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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bom Ano Novo!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Feliz Natal.

domingo, 9 de agosto de 2009

Imprudência.

Hoje apeteceu-me ouvir cantar, por ter ficado a olhar ontem para a televisão um bom bocado a ouvir uma coisa a que chamam "Festival da Baía das Gatas". Agora já me sinto melhor.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Janeiro.

Olhei agora para o calendário e para as horas. Não me enganei. São vinte e três horas do dia 9 de Janeiro de 1974. A noite está muito fria, chuvosa, mas o sótão está quente. Muitos livros, jornais, panfletos, papéis espalhados por todo o lado não deixam sair o calor. A máquina de escrever qwerty não é boa, mas serve. E os stencils são de má qualidade, mas servem também. E o poli copiador, cansado, já prestou muitos serviços à Navy. Os cigarros não têm filtro mas são óptimos, e quando acabam no maço reciclam-se no cinzeiro. Não há silêncios.
Alguns de nós ainda estão vivos. Argumentamos a vida e as ideias. Mas que noite fria é esta! Lá fora, no céu, não há estrelas. Não pode haver. Ainda não estamos em Abril.


sábado, 27 de dezembro de 2008

África Dos Sons.

In the heart of de moon

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Música De Natal.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Spreransa


Sempre que o poder muda de mãos mudam as modas musicais e as tertúlias de artistas e letrados. Nada de mal nisso. O sustento para a difusão dessas manifestações de cultura tem inevitavelmente que contar com os subsídios em dinheiro do poder para que pareça um movimento. O Batuque é muito antigo e as suas raízes atravessam o mar para leste. Mas nunca como nos últimos anos houve uma proliferação tão grande de grupos transformando essa expressão popular em folclore com as suas hierarquias e até contabilidade, de resto como aconteceu em toda a parte. O poder precisa de ilustrações e até criou um ministério para esse efeito.
Também nada de mal nisso se tivermos em conta a sinceridade com o Ministro da Cultura fala mesmo em “indústria”. Essa indústria a que se refere o ministro pode estragar muita coisa mas também pode despertar outras coisas interessantes. No caso do Batuque e do Funaná pode despertar a atenção dos compositores populares e eruditos, fazendo moldar as composições para uma estética mais elaborada, criativa e bela. Estas formas musicais que são Festa do Povo prestam-se por natureza da própria criatividade popular a belas e harmoniosas composições. Por isso, compositores precisam-se!

domingo, 14 de setembro de 2008

Meu Bem.


Meu bem se te fores...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Sons Muito Antigos.



Milhões de seres humanos passaram por estes sons. Também eu. Estes sons irão com certeza fazer parte da nossa bagagem quando, por fim, desembarcarmos nos infindáveis portos que nos esperam por toda a galáxia. A sério!
(obrigado Duarte Moniz)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

José Afonso

Um sítio com canções que embalaram a minha juventude. E que ainda embalam as minhas memórias. O tempo correu vezol. O tempo, rei e senhor, colou este registo na minha memória.
É o que eu sinto. Que tempo passou e deixa rasto. Tem sons, cores e odores. Mensagens. Tudo mudou! E tudo há-de mudar. Sempre.
Um link de Victor Medina

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Cantigas Do Maio

No meu corpo manda o tempo. Nas minhas memórias mando eu.


domingo, 23 de março de 2008

O Melhor Da Páscoa



quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Mbifo



Rokia Traorè (Mali)

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Eu Bebo A Vida




Tons de basalto.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Boa Pergunta

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Narciso Yepes



Variaciones Op.28 de Sor

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Obrigado Senhor!

sábado, 1 de setembro de 2007

Roda Viva - Chico Buarque



Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

A gente vai contra a corrente
Até não poder resistir
Na volta do barco é que sente
O quanto deixou de cumprir
Faz tempo que a gente cultiva
A mais linda roseira que há
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a roseira pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

A roda da saia, a mulata
Não quer mais rodar, não senhor
Não posso fazer serenata
A roda de samba acabou
A gente toma a iniciativa
Viola na rua, a cantar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a viola pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

O samba, a viola, a roseira
Um dia a fogueira queimou
Foi tudo ilusão passageira
Que a brisa primeira levou
No peito a saudade cativa
Faz força pro tempo parar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega a saudade pra lá

Roda mundo, roda-gigante
Roda-moinho, roda pião
O tempo rodou num instante
Nas voltas do meu coração

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Noites de Lisboa



Travadinha no Hot Club, um "altar" do Jazz e da resistência