quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Belo Djuntamon
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Os Outros Assuntos.
Postado por canoa às 07:12
Marcadores: Ciência, Energia, Património
sábado, 10 de outubro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Combustíveis (Fósseis) Mais Caros. Que Pena!
sábado, 29 de agosto de 2009
Forte Culpa.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Só Para Lembrar.
Produzir e exportar sementes de Purgueira e depois continuar a importar todo o combustível para produzir energia deixando que a mais valia saia pelos nossos portos só mesmo uma política económica e ambiental desastrosas poderia permitir tamanho erro apoiada por interesses pouco escrupulosos.
A Purgueira é a grande oportunidade de Cabo Verde melhorar, viabilizar e aumentar a sua produção agrícola em todas as áreas até na fertilização natural dos terrenos e expansão de uma agricultura biológica para exportação.
Basta os governantes e deputados quererem um País melhor e mais verde.
sábado, 13 de junho de 2009
Purgueira
O que se discute no Brasil. Por cá estamos em campanha política, não há tempo para essas coisas.sexta-feira, 15 de maio de 2009
Notícia Boa E Má
A má notícia que o artigo deixa transparecer é a forma como o governo “olha” para a purgueira. Depois de um século em que Cabo Verde foi um dos maiores produtores mundiais de sementes de Jatropha, depois de já existirem centenas de estudos e experiências de sucesso por toda a parte do Brasil à China que dão como comprovada a enorme vantagem na qualidade e eficiência em relação a todos os outros óleos alimentares, mesmo assim lá vem as parcerias, os estudos e, claro, depois os worksohps, os ateliers e muitos gabinetes como se estivessem descobrir a pólvora.
Na realidade, o que menos falta faz a Cabo Verde, neste particular, são parcerias com multinacionais. O que faz mesmo falta é o Governo legislar sobre a matéria, os deputados discutirem, mobilizar os camponeses e a criatividade dos cabo-verdianos e, não menos importante, que os jornalistas também se interessem para além da mera notícia.
A Jatropha curcas, a velha rainha purgueira não é uma planta do passado de Cabo Verde. É uma planta do futuro de Cabo Verde.
domingo, 29 de março de 2009
Ver A Banda Passar
Como sempre o País está de plateia à espera que alguém faça as coisas por ele. Um paradigma bem na moda e bem ao gosto de quem se contenta com “parcerias estratégicas”, isto é, as sobras. A cultura rabidante do “Deus é pai” tem tomado conta dos espíritos dirigentes que, por isso, não vêm qualquer interesse em tomar a iniciativa e o trabalho de reduzir a dependência energética. Mais tarde ou mais cedo alguém de fora há-de chegar com esse negócio e o costumado propósito solidário em ajudar e, claro, deixar umas sobras.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Vão-se Os Anéis Ficam Os Dedos!
Só o desprezo, ou talvez desconhecimento, pela História do País e pelo que se passa no mundo em matéria de energia e energias renováveis é que pode deslumbrar, edis, governo, oposição e algum “tecido” empresarial sempre de atalaia nas saborosas parcerias estratégicas.
De facto, deixar embarcar o óleo de Purga e ficar com as cascas só mesmo de quem não bate bem da cabeça em termos políticos, estratégicos para o desenvolvimento sustentado e independência económica do País.
Imagino a retórica vendida pelos representantes dessas empresas sobre o biodiesel, refinarias, aquecimento global e tantas outras tolices como se de uma complicada tecnologia se tratasse. O pessoal embarca nesse discurso predador esquecendo que o mais importante é o biodiesel para produzir energia e que para produzir biodiesel qualquer cabo-verdiano ou cabo-verdiana mesmo não sabendo ler ou escrever o pode fazer no barracão do quintal, na garagem ou em qualquer sítio arejado.
Os presidentes de câmaras, deputados, governo, oposição e “tecido” empresarial ainda não se deram contam, ou não querem, do gigantesco potencial que Cabo Verde tem, e sempre teve, para a produção de biodiesel. Potencial que poderia dar bom rendimento em dinheiro e uma vida melhor a muitos milhares de cabo-verdianos.
O endémico provincianismo que tolda a capacidade de iniciativa cabo-verdiana e deslumbra poderes, acomodados, com algumas ideias que dão à costa tem apenas como resultado ficarmos com as cascas e deixar que levem o óleo, isto no caso da Purgueira, mas nas pescas é a mesma coisa, levam o peixe e fica o mar, no turismo levam o dinheiro e deixam o lixo.
Cabo Verde tem que preservar melhor e com orgulho os seus anéis porque as gerações futuras vão precisar deles. Os tempos são de iniciativa por que se adivinham tempos muito difíceis para os mais fracos.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Muito Boas!
Muito boas, muito boas!Dizia o meu pai por troça há muitos anos sempre que alguém perguntava: e notícias do seu rapaz?
Muito boas, muito boas! Diria eu hoje se alguém me perguntasse notícias sobre o interesse pela Jatropha – o Ouro Verde que oficialmente Cabo Verde teima ignorar não considerando que este é um gigantesco recurso no combate à pobreza, mil vezes mais eficaz que o paternalismo do Banco Mundial e outras instituições tão ao gosto e interesses de uma nova classe de escuteiros da pobreza.
Em Cabo Verde fala-se ainda em surdina, ao de leve e de esgueira como o fez recentemente o Ministro da agricultura e de vários outros gabinetes. Em Cabo Verde este não é um assunto que interesse ao governo e à oposição que tarda em retirar-lhe o “o” da palavra. Mas pelo mundo, da grande China, à Índia, Brasil, Américas e tantos outros, muitos milhões de hectares de Jatropha (purgueira) estão neste momento a ser plantados, sem serem necessários workshops, encontros e ateliers.
Mas tem-se falado aqui e acolá. A Impressa refere um possível interesse e muitas já são as pessoas que riem menos quando se fala em purgueira. E há quem não perca tempo e já tenha uma boa plantação. E até há boatos que correm e ditos que são verdade e por isso é ver algumas dezenas de mulheres – sempre elas à frente – pelas ribeiras catando sementes sem preço nem referências mas antecipando a boa nova de menos pobreza que o Ouro Verde pode trazer.
Por isso as notícias não deixam de ser muito boas, muito boas!
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Muitas Nozes, Poucos Dentes.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Purgueira - O Ouro Verde
"Estrela mundial, planta pode ser a tão sonhada redenção do semi-árido e alternativa à soja"Que mais quer o País para reduzir a pobreza, a dependência energética, fixar pessoas no campo e empurrar a sua economia?
Até quando este faz de conta que a natureza é madrasta?
Até quando viver apenas dessa ajudodependência doentia que tolda a imaginação e o orgulho por uma independência criadora de riqueza?
Talvez um dia destes. Atrás dos tempos vêm tempos.
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Sim, Senhor Primeiro-ministro.
“Conforme disse, o mundo está a atravessar uma "profunda crise" nos domínios dos combustíveis, com os preços a atingiram "níveis insuportáveis", sobretudo para as pequenas economias, como Cabo Verde. "Por isso, todo os cabo-verdianos devem estar preparados. Há uma outra crise em gestação que é o aumento dos preços dos cereais", indicou.”
quinta-feira, 22 de maio de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
As Contas Da Fortuna
Todas as energias renováveis são excelentes apostas para Cabo Verde. Mas a maior aposta seria a definição dum modelo que mobilizasse a sociedade, os investigadores e os agentes económicos cabo-verdianos na redução da dependência dos combustíveis fósseis.
Mais importante do que nos preocuparmos em satisfazer o consumo desmesurado de energia que a indústria do turismo faz, seria talvez mais ajuizado definir a bitola a partir da qual a indústria turística tem por obrigação produzir energia como parte do que consome.
Mais importante do que o gigantismo dos parques eólicos seria mobilizar os cabo-verdianos para o estatuto de produtores e não apenas consumidores, democratizar a produção de energias alternativas para que as pessoas sintam o benefício directo que as energias renováveis podem trazer. Não sendo assim, apenas ganha o Estado que, vendo a factura dos combustíveis fósseis diminuir ficará com mais dinheiro para esbanjar nas suas despesas e ganharão seguramente os comerciantes de ventoinhas e fotovoltaicos.
Este menosprezo – não sei se intencional – pela capacidade dos cabo-verdianos em serem eles próprios os actores na renovação das energias, faz com que os governantes se esqueçam do papel preponderante que pode ter por ex. o mundo rural na produção de energia e diminuição da pobreza.
São dezenas de milhar de hectares que ocupados com Jatropha curcas podem ajudar a diminuir a dependência dos combustíveis fósseis e garantir um sustento familiar rural mais eficaz do que qualquer outro paternal “programa de combate à pobreza”.
Se o negócio da energia for apenas substituir a forma de produzir deixando de fora a criatividade e a capacidade do povo cabo-verdiano ficando dependente de uma qualquer multinacional, mais vale optar pela energia nuclear. É de longe mais eficaz.




Combustíveis mais caros.








